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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Tirinhas: Rabisco
Olá, leitores. Estou aqui para apresentar a vocês as tirinhas do Ivan Calaça. Há pouco tempo atrás ele criou uma personagem para protagonizá-las chamado Rabisco e hoje posta seu trabalho, ainda iniciante, pelas redes sociais. Convidamos, então, o Ivan para produzir algumas tirinhas exclusivas pro Lah-di-dah semanalmente. Fiquem ligados.
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terça-feira, 12 de novembro de 2013
Cinco epitáfios memoráveis
Uma das coisas pelas quais mais me interesso são epitáfios, acho que eles são realmente uma oportunidade muito boa para terminar de um modo memorável, é como a última frase de um livro. Tenho alguns favoritos e, pela seleção que fiz, me parece que prefiro aqueles que se resumem em uma frase que de algum modo estava sempre relacionada à pessoa enquanto ela vivia e que fez um certo sentido no contexto de sua morte.
1. MEL BLANC
![]() |
| "Isso é tudo, pessoal" MEL BLANC O homem de 1000 vozes Amado esposo e pai |
2. CAZUZA
O Tempo Não Para é o nome de uma das músicas mais famosas do cantor Cazuza. Como já falei um pouco no começo, gosto quando uma frase que por algum motivo é ligada a pessoa que faleceu cabe no seu epitáfio, é como se o tempo todo ela tivesse lá, esperando para estar no final, pregando sua mensagem, sorrateiramente, aparentemente inofensiva na teoria, pra no fim se concretizar chocando todo mundo, provando na prática sua veracidade. É... O tempo não para.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
A livre-idade, a liberdade que desperta
Fotos tiradas no Encontro Nacional Universitário de Diversidade Sexual (ENUDS)
Invenção a duas vozes.
Inception.
With Diamonds.
Cara do mundo, vim te reconhecer.
Lá é, Ela.
Conta um.
Minha carne é de carnaval, meu coração é igual.
Rosa assim, belo assim.
Fotos por: Helana Cruz
domingo, 18 de agosto de 2013
O despertar da liberdade
São como nos dias de chuva em que queremos ficar do lado de fora, sentindo as gotas de chuva tocarem nosso rosto cansado e os minutos subsequentes roubarem a nossa juventude. São como os sorrisos e risadas das pessoas certas. São como o desbravar de um corpo. São como os momentos antes de falar uma verdade, ou uma mentira. São como domingos nublados e paixões alucinantes. São como febres janeiras, fevereiras e chuvas marciais.São assim os sopros de liberdade, as epifanias e as angústias desconcertantes. É assim, vermelho e roxo e bege quase tudo que nos rouba a zona de conforto. É assim a Psicologia.
É assim por que poderia ser qualquer outra ciência, e qualquer outra seria igualmente nobre, mas nenhuma tão aparentada com a filosofia. Nenhuma tão pretensiosa do ser. Nenhuma tão pulsante e incômoda. Nenhuma tão extraordinária. Assim é o feminismo, e a lírica das múltiplas, metamúltiplas e paramúltiplas sexualidades e desdobramentos corpóreos. Assim é o que vive, o que pulsa, grita e ama dentro de cada um de nós, assim sou eu. Assim é o convite que vos faço para acompanhar aqui no blog uma sessão de fotografias que visam retratar a multiplicidade e todas as demais coisas passionais que gritam em todos nós.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O Céu no Andar de Baixo
Hoje resolvi compartilhar com vocês uma animação do diretor Leonardo Cata Preta chamada "O Céu no Andar de Baixo", que é uma das melhores que conheço, se não a melhor.
Sinopse: Desde os 12 anos de idade, Francisco faz fotografias de céu. Um dia, algo diferente aparece em uma de suas fotografias mudando a sua rotina.
O que é o amor? Eu sempre fujo dessa pergunta porque defini-lo é complicado demais, mas principalmente porque o amor não é como a liberdade, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda, pelo contrário. E você deve conhecer aquela velha frase que vem depois dessas tentativas de explicação: "amor é outra coisa".
Mas o que isso tem a ver com o curta-metragem? Bom, dentro da trama a mensagem mais pertinente da animação é uma definição bem interessante do amor. E para passar essa mensagem é montada toda uma história com um personagem interessantíssimo e pequenos detalhes que valem ouro, como o fato de Francisco fazer fotografias do céu acreditando na premissa de que existe um céu para cada momento de sua vida.
Depois de assistir a esse curta eu resolvi tirar uma foto do céu em certos momentos. Infelizmente não tive tantos momentos marcantes esse ano e os que tive não foram em sua maioria felizes, mas gostaria de compartilhar algumas das fotos com vocês.
A última delas, com o céu azul, foi de quando eu viajei com meus pais para Cruz das Almas para me matricular na faculdade. As duas de cima foram ambas de dias muito tristes. A da esquerda foi como estava o céu no dia do enterro de uma amiga de 18 anos. A da direita foi tirada no dia do enterro de uma senhora de 82 anos, avó da minha melhor amiga.
Gosto bastante dessas fotos, pois, seja por acaso ou pela teoria de Francisco, o céu ilustrou preciosamente bem cada um desses momentos. É isso, esses foram os meus céus. E você, já registrou algum dos seus? Se desejar, compartilhe conosco mandando pro nosso e-mail.
Sinopse: Desde os 12 anos de idade, Francisco faz fotografias de céu. Um dia, algo diferente aparece em uma de suas fotografias mudando a sua rotina.
Mas o que isso tem a ver com o curta-metragem? Bom, dentro da trama a mensagem mais pertinente da animação é uma definição bem interessante do amor. E para passar essa mensagem é montada toda uma história com um personagem interessantíssimo e pequenos detalhes que valem ouro, como o fato de Francisco fazer fotografias do céu acreditando na premissa de que existe um céu para cada momento de sua vida.
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| Fotos: Tiane Fróes, Edição: Natália Ferreira |
A última delas, com o céu azul, foi de quando eu viajei com meus pais para Cruz das Almas para me matricular na faculdade. As duas de cima foram ambas de dias muito tristes. A da esquerda foi como estava o céu no dia do enterro de uma amiga de 18 anos. A da direita foi tirada no dia do enterro de uma senhora de 82 anos, avó da minha melhor amiga.
Gosto bastante dessas fotos, pois, seja por acaso ou pela teoria de Francisco, o céu ilustrou preciosamente bem cada um desses momentos. É isso, esses foram os meus céus. E você, já registrou algum dos seus? Se desejar, compartilhe conosco mandando pro nosso e-mail.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Half-Drag
Essa semana vi um dos trabalhos fotográficos mais fantásticos com os quais já tive contato. O fotógrafo francês Leland Bobbé teve a seguinte ideia: capturar, em uma mesma foto, as metades de homem convencional e drag queen. Ele afirma que as fotos não são montagem e sim feitas em um único clique, o que é incrível.O objetivo do trabalho é mostrar os dois lados da beleza de uma Drag Queen.
Vou mostrar aqui as fotos que achei mais interessantes, mas procurando o nome do projeto - Half-drag - você acha bastante coisa no google.
“Minha intenção é capturar tanto o macho que existe quanto o alter-ego feminino em cada nestas fotos”
Em seu site pessoal, coloca como legenda do trabalho "a different kind of beauty". Nada poderia resumir melhor. São homens lindos e Drags lindas - ao mesmo tempo. (Na nossa vida de meros mortais a gente fica tentando ser bonitinho só de um jeito e eles conseguem de dois, SOS!!!!)
quinta-feira, 9 de maio de 2013
"Causos Fotografados", o projeto.
Recentemente, num evento cultural chamado Varal das Artes, que acontece com certa frequência aqui onde moro, eu expus alguns textos meus, mas também conheci o trabalho muito interessante de um fotógrafo que também é daqui da minha cidade (Santo Antônio de Jesus, BA) e que estava lá no evento expondo suas fotos. Mais tarde, quando encontrei as mesmas imagens no site dele, resolvi que seria legal compartilhar algumas delas com vocês, pois além do projeto ser interessante e, assim sendo, agradar aos leitores, eu acredito que o mesmo merece divulgação, merece ser visto por mais pessoas.
Conheçam agora o projeto "Causos Fotografados" do fotógrafo Rodrigo Fiusa Wanderley.
"Divulgo com vocês
não só imagens que me dizem algo
Mas também aquilo que elas me disseram
Conheçam agora o projeto "Causos Fotografados" do fotógrafo Rodrigo Fiusa Wanderley.
"Divulgo com vocês
não só imagens que me dizem algo
Mas também aquilo que elas me disseram
Ninguém me pediu segredo..."
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Filmes sobre arte
Oi, gente! O negócio é o seguinte: filmes sobre arte ou são desconhecidos ou vistos com preconceito - quando, na verdade, são bem legais. O principal acerca deles é a viagem psicológica na mentalidade do artista, o que fica meio perdido quando se lê uma biografia. Vou mostrar aqui meus preferidos:
1 - Frida (2002)
O filme conta a história da pintora mexicana, desde sua adolescência até sua morte. Mostra seu casamento conturbado com Diego Rivera, também pintor, e a influência do relacionamento em sua arte - marcada inicialmente a partir de um grave acidente sofrido pela artista na juventude.
Indicado ao Oscar nas categorias de melhor atriz (Salma Hayek), melhor direção de arte, melhor figurino e melhor canção original (Burn It Blue'). Venceu nas categorias de melhor maquiagem e melhor trilha sonora.
A última entrada em seu diário: ''Espero a partida com alegria... e espero nunca mais voltar. Frida''
1 - Frida (2002)
O filme conta a história da pintora mexicana, desde sua adolescência até sua morte. Mostra seu casamento conturbado com Diego Rivera, também pintor, e a influência do relacionamento em sua arte - marcada inicialmente a partir de um grave acidente sofrido pela artista na juventude.
Indicado ao Oscar nas categorias de melhor atriz (Salma Hayek), melhor direção de arte, melhor figurino e melhor canção original (Burn It Blue'). Venceu nas categorias de melhor maquiagem e melhor trilha sonora.
A última entrada em seu diário: ''Espero a partida com alegria... e espero nunca mais voltar. Frida''
quinta-feira, 7 de março de 2013
Nem foto, nem vídeo
Quem se lembra das fotografias que se moviam em Harry Potter? Essa técnica, chamada Cinemagrafia, faz com que simples GIFs se pareçam com uma foto em movimento. Não parece vídeo, não parece uma simples foto, também. As animações são sutis e simples, dando um ar muito diferente às imagens.
Veja só:
(Todas as imagens acima foram retiradas de: http://annstreetstudio.com/category/cinemagraphs)
Se vocês quiserem aprender a fazer imagens como essas, digam nos comentários abaixo ou mande uma mensagem na nossa página (aproveite para curtir se ainda não o fez) e eu faço um tutorial. Qualquer dúvida vocês também podem me perguntar aqui.
Veja só:
(Todas as imagens acima foram retiradas de: http://annstreetstudio.com/category/cinemagraphs)
Se vocês quiserem aprender a fazer imagens como essas, digam nos comentários abaixo ou mande uma mensagem na nossa página (aproveite para curtir se ainda não o fez) e eu faço um tutorial. Qualquer dúvida vocês também podem me perguntar aqui.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Fotografias Post-Mortem
A homenagem dirigidas aos mortos se modifica com sob os parâmetros de tempo e espaço. No antigo Egito a mumificação representava a crença de conservação do espírito. O ritual viking consiste em colocar fogo em embarcações contendo os falecidos. Na nossa cultura atual, o que prevalece é o enterro dessas pessoas.
Há, porém, uma prática atualmente quase desconhecida pelas pessoas. Seu surgimento se deu pouco após a invenção da própria fotografia, na era vitoriana, quando a rainha pediu para que fosse fotografado o cadáver de um parente próximo para que tivesse uma lembrança. A prática se difundiu adquirindo o valor de homenagem, e também de crença: acreditava-se que a alma do falecido ficaria viva no papel.
Os corpos eram sustentados por armações de madeira, maquiados e geralmente dispostos em poses que criavam a espantosa impressão de que a pessoa ainda estava viva. Por vezes, até mesmo os olhos eram pintados sobre as pálpebras para que essa ilusão fosse atingida.
A prática era sustentada pelos ideais do Romantismo, no qual a morte era vista sob um ar sentimental e idealizado. Isso fez com que alguns considerassem até mesmo um privilégio tal ato.
Nota: Apesar de as referidas fotos já conterem os créditos, duas dessas fotografias eu achei no blog Delírios em Silêncio.
Há, porém, uma prática atualmente quase desconhecida pelas pessoas. Seu surgimento se deu pouco após a invenção da própria fotografia, na era vitoriana, quando a rainha pediu para que fosse fotografado o cadáver de um parente próximo para que tivesse uma lembrança. A prática se difundiu adquirindo o valor de homenagem, e também de crença: acreditava-se que a alma do falecido ficaria viva no papel.
Os corpos eram sustentados por armações de madeira, maquiados e geralmente dispostos em poses que criavam a espantosa impressão de que a pessoa ainda estava viva. Por vezes, até mesmo os olhos eram pintados sobre as pálpebras para que essa ilusão fosse atingida.
A prática era sustentada pelos ideais do Romantismo, no qual a morte era vista sob um ar sentimental e idealizado. Isso fez com que alguns considerassem até mesmo um privilégio tal ato.
Simulando o sono
(A menina está morta)
Morta "sorrindo"
Também uma simulação do sono. Reparem a maquiagem das bochechas (blush) para fazer com que o menino ficasse com aspecto saudável e vivaz.
(A mulher do meio está morta)
Nota: Apesar de as referidas fotos já conterem os créditos, duas dessas fotografias eu achei no blog Delírios em Silêncio.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Fotografias tiradas pelo Hubble
1. Uma rosa feita de galáxias
Esta imagem de um par de galáxias em interação foi lançada para comemorar o 21º aniversário do lançamento do telescópio espacial Hubble.
A forma distorcida da maior das duas galáxias mostra sinais de interações de maré com a menor delas. Pensam que a menor galáxia passou através da maior.
2. Hubble Ultra Deep Field
Galáxias, galáxias por todo lado - tão longe quando o Hubble pode ver. Esta vista de 10.000 galáxias é a mais profunda imagem visível do Cosmos.
A imagem inclui galáxias de várias idades, tamanhos, formas e cores. As menores, galáxias mais avermelhadas, podem estar entre o mais longe conhecido, existindo quando o Universo tinha apenas 800 milhões de anos. As galáxias mais próximas - as maiores, mais brilhantes, bem definidas espirais e elípticas - surgiram por volta de 1 bilhão de anos atrás, quando o cosmos tinha 13 bilhões de anos. A imagem requiriu 800 exposições realizadas ao longo de 400 órbitas através da Terra. A quantidade total do tempo de exposição foi de 11,3 dias, realizadas entre 24 de setembro de 2003 e 16 de janeiro de 2004.
3. Galáxias colidindo fazem amor, não guerra
Essa imagem das galáxias "antena" (Antennae) é a mais nítida desse par de galáxias em fusão. Como as galáxias se esmagam juntas, bilhões de estrelas nascem, principalmente em grupos e aglomerados.
4. A imagem mais detalhada da Nebulosa do Caranguejo
A Nebulosa do Caranguejo é um dos objetos mais complexamente estruturados e altamente dinâmico já observados.
5. Borboleta surge de morte estelar na nebulosa planetária NGC 6302
Este objeto celeste parece uma borboleta, mas está longe de sereno. O que parece as asas da borboleta são na verdade caldeirões de gás aquecido a cerca de 20.000 graus Celsius. O gás está rompendo através do espaço a mais de 950.000 quilômetros por hora - rápido o suficiente pra viajar da Terra à Lua em 24 minutos. (Leia mais aqui)
(Eu demorei muito pra escolher quais postaria aqui. Tem muitas fotos maravilhosas. Clicando aqui você pode apreciar outras)
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Invenções Urbanas por OaKoAk
Brincando com a paisagem urbana o artista francês que usa o pseudônimo “OaKoAk” cria interessantes, inteligentes e engraçadas pinturas que além de embelezar a paisagem fria e cinzenta das cidades deve tirar um sorriso e talvez até alegrar o dia de algum transeunte que as avista. No seu site, onde são postadas imagens do seu trabalho, ele diz sobre si mesmo: “OakOak é um artista francês que gosta de brincar com elementos urbanos.” nada mais. E é exatamente o que ele faz: brinca com os elementos urbanos; seus desenhos perderiam o sentido se vistos fora do contexto em que aparecem ou individualmente, não são como as pinturas em 3D que são feitas nas ruas ou os desenhos nas paredes, sua arte é diferente, pois mistura um pedaço dele com um pedaço do que já estava lá, esperando para ser descoberto.
Como foi dito anteriormente, sobre esse artista não se sabe nada mais além da curta frase que ele colocou no seu blog sobre quem é. Não se tem conhecimento de seu nome, apenas um pseudônimo; nem um rosto que também se conheça; voz ou nada do gênero, mas sua obra, no mínimo peculiar, é a melhor coisa que ele poderia nos disponibilizar sobre si.

Esse artista deve ver o mundo a sua volta de um modo bem diferente, notando os detalhes que passam despercebidos ou que não possuem significado algum para nós, mas para ele uma simples rachadura pode dar lugar a uma ideia bem interessante.
Recentemente ele lançou seu primeiro livro com fotos de suas invenções, que está a venda na internet.
Oak significa carvalho, em inglês. Portanto, seu pseudônimo poder ser traduzido como CarvalhoCarvalho.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Fotografando com câmera compacta
Essa postagem é quase um pequeno tutorial de fotografia. Só que eu queria fazer algo mais acessível. Muita gente tem uma câmera compacta guardada e acaba se decepcionando com suas fotografias por não saber muito sobre. Pensei em explicar um pouquinho de fotografia com câmeras compactas. Coisas simples que vão ajudar desde agora até quando você tiver uma câmera melhor. Espero que possa ajudar da mesma forma que me ajudou quando eu só tinha a minha pequena, também.
Pequeno detalhe: Não importa se sua câmera é aquela velha de 2006 que seu tio usava pra tirar foto de você dormindo. Não importa se está meio pifadinha. Desde que ela bata a foto, tire do armário e comece a clicar. Não se aprende fotografia lendo tutoriais. Faça igual o tio chato! Tire fotos de tudo.
A primeira coisa que eu acho necessário saber é como enquadrar a sua foto. Aposto que muita gente já viu alguma foto de um lugar maravilhoso mas que causa um estranhamento que a gente não sabe dizer o que é. Muitas vezes isso ocorre porque a foto está enquadrada errada.
(Todas as fotos usadas pra ilustrar as postagens são minhas, por isso não vou colocar crédito em todas)
Aposto que essa foto te gerou um certo incômodo. É um lugar bonito. O céu está lindo. A bandeira. As casas... Então, que há de errado? É o horizonte.
E então a foto com o horizonte certo. Dá pra notar a diferença?
A primeira dica, então, é: Não se esqueçam de alinhar o horizonte. "Ah mas então você está dizendo que toda foto boa tem que ter o horizonte reto?" Não. Existem fotos belíssimas com o horizonte torto e são feitas assim propositalmente. Mas é importante saber a regra pra poder explorar as outras formas, eu acho.
Pequeno detalhe: Não importa se sua câmera é aquela velha de 2006 que seu tio usava pra tirar foto de você dormindo. Não importa se está meio pifadinha. Desde que ela bata a foto, tire do armário e comece a clicar. Não se aprende fotografia lendo tutoriais. Faça igual o tio chato! Tire fotos de tudo.
A primeira coisa que eu acho necessário saber é como enquadrar a sua foto. Aposto que muita gente já viu alguma foto de um lugar maravilhoso mas que causa um estranhamento que a gente não sabe dizer o que é. Muitas vezes isso ocorre porque a foto está enquadrada errada.
(Todas as fotos usadas pra ilustrar as postagens são minhas, por isso não vou colocar crédito em todas)
1. O mistério do horizonte torto
Aposto que essa foto te gerou um certo incômodo. É um lugar bonito. O céu está lindo. A bandeira. As casas... Então, que há de errado? É o horizonte.
E então a foto com o horizonte certo. Dá pra notar a diferença?
A primeira dica, então, é: Não se esqueçam de alinhar o horizonte. "Ah mas então você está dizendo que toda foto boa tem que ter o horizonte reto?" Não. Existem fotos belíssimas com o horizonte torto e são feitas assim propositalmente. Mas é importante saber a regra pra poder explorar as outras formas, eu acho.
2. O que fotografar
Esse tópico vai ser mais uma simplificada de outras regrinhas de enquadramento que eu não fui capaz de resumir. O importante nesse caso é conhecer o objeto a ser fotografado e fazer com que ele seja destacado. Na foto abaixo, eu tive que me aproximar da flor para que a foto ficasse nítida. Nas câmeras compactas existe uma opção chamada "Macro", que tem um ícone que muitas vezes é uma florzinha. Muita gente já deve ter colocado nesse modo sem querer pra bater um retrato e a foto ficou embaçada. Por que? É um modo específico para fotos próximas.
| (Essa foto não foi tirada com uma compacta e sim com uma semi-profissional mas achei legal como exemplo) |
3. Esqueça o zoom
Se a sua câmera tem um zoom digital de 1 milhão de vezes, esqueça-o. O que o zoom digital faz é cortar as imagens na própria câmera, e não aproximá-las. É como se você estivesse indo no Paint e dando "crop" na imagem. O zoom óptico é o que realmente aproxima as imagens, e normalmente as câmeras mais simples não o possuem. Como você não tem a chance de deixar a câmera fazer o trabalho por você (no caso do zoom digital), aproxime-se do seu objeto.
| (Zoom digital) |
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